Andando pela Rua Augusta, em São Paulo, encontrei produtos da nossa Amazônia na loja Mapeei – Um Vida Sem Plástico. Descobri que existem vários outros pontos de venda na capital e no interior. Estão no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Ceará, Amazonas, Pará etc. Em alguns lugares são tantos os …
A paradisíaca vila de Alter do Chão, em Santarém (PA), será o palco da 3ª Etapa do evento Bota Pra Correr Olympikus, no dia 16 de novembro de 2019. A expectativa é reunir pelo menos 300 atletas para percorrer 10 e 21 km em meio à Floresta Amazônica. As inscrições já estão abertas e custam …
Localizada no município de Santarém (PA), Alter do Chão é um distrito com muitas belezas naturais à beira do Rio Tapajós. É o que podemos chamar de paraíso tropical com praias de água doce, povo acolhedor e uma rica cultura. Para chegar até lá, o mais comum é seguir pela PA-457 (Rodovia Everaldo Martins), a …
A festa do Sairé, no distrito de Alter do Chão, em Santarém (PA) encanta moradores e visitantes no mês de setembro. Segundo os historiadores essa tradição tem em torno de 300 anos na Amazônia. É mantida viva pelos descendentes dos Borari. O evento folclórico-religioso tem como origem a chegada dos missionários jesuítas na região do …
Alter do Chão é um destino imperdível e todo turista que descobre este paraíso fica encantando com a imersão amazônica que o lugar proporciona. Desde 2009, quando foi eleita pelo jornal britânico The Guardian como a praia mais bonita do Brasil, a vila balneária, distrito de Santarém (PA), ganhou destaque internacional e foi até cenário …
Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), tem atrações para todos os gostos. E uma trilha, em especial, guarda um visual dos mais bonitos que podem ser vistos na região com gostinho de aventura! Nosso passeio inicia na praia da “Ilha do Amor”, bem na frente da vila balneária. O destino é a Serra Piroca, …
Não há como não notar na Avenida Mendonça Furtado, em Santarém (PA), a Boto Sorveteria Artesanal. O lugar atrai clientes fiéis e novos, que descobrem a cada dia um novo sabor. São sorvetes elaboradas com dedicação e seguindo as receitas dos melhores produtores do mundo, como os italianos que são experts. Tudo natural, feito artesanalmente!(mais…)
Vocês já conhecem Jamaraquá? O igarapé de água cristalina fica localizado na Floresta Nacional do Tapajós, em Belterra (PA). O lugar é um pequeno oásis no meio da densa Floresta Amazônica ainda preservada. Conhecido pelos moradores da região, ganhou fama através das redes sociais no final de 2015, quando turistas começaram a ser mais frequentes na área de conservação. E o motivo não preciso nem explicar, o cenário mostra!
De Santarém (PA) até a Comunidade de Jamaraquá são 70,9 km, seguindo pela BR-163 e virando à direita na Estrada Sete, em Belterra (PA). Este primeiro trecho é asfaltado e com sinalização. É preciso dobrar à esquerda no Ramal da Revolta (existe uma placa que identifica o destino) que a partir daí segue em estrada de chão. Ao chegar na comunidade homônima vá até o Centro de Visitantes e contrate um guia/condutor local. A trilha vale a pena, afinal o igarapé é uma excelente recompensa! São mais de 9 km floresta adentro, com direito a tradicional foto na imensa Samaúma, um dos pontos mais visitados da Flona Tapajós.
Para quem quer contato com a natureza o lugar é perfeito. Uma sintonia com direito a pequenos peixes nadando ao seu redor e uma beleza típica da paisagem da região. Leve frutas, como melancia, abacaxi, banana, laranja ou maçã e faça um piquenique nas margens do igarapé.
Impossível não querer mergulhar e ficar horas de molho em Jamaraquá
Dica do FB: Bateu fome? Experimente as iguarias preparadas pelos moradores, existem restaurantes nativos servindo aquela comida caseira com gosto da cozinha das nossas avós. E o artesanato tem ótimos preços, traga uma lembrancinha!
Existem empresas que fazem este mesmo passeio navegando pelo Rio Tapajós, de barco ou lancha. Consulte o Centro de Informações ao Turista, em Santarém (na orla)!
Como o lugar é uma área de preservação é preciso ficar atento às observações e regras. Separei algumas para facilitar a visita:
– Ao entrar na unidade dirija-se às bases e identifique-se, leia o Termo de Conhecimento de Risco e em seguida assine a folha de controle; – Respeitar as regras e costumes das comunidades; – É proibido captura, coleta, pesca e transporte de material biológico da unidade, exceto com prévia autorização do órgão gestor; – Utilize apenas trilhas autorizadas com guias comunitários. Procure o responsável pela visita; – A velocidade permitida para os veículos nas vias de acesso é de 40 Km/h; – Não é permitida a circulação e estacionamento de veículos nas praias e próximo a igarapés; – Não é permitido que sejam acesas fogueiras próximo aos igarapés e praias; – Não é permitido a utilização de som em alto volume para evitar perturbação da fauna e dos moradores; – Não deixe lixo nas praias e igarapés; – Não é permitido a montagem de barracas próximas aos igarapés. Informamos que será permitida a permanência de no máximo 30 pessoas por vez no igarapé, por fim, alertamos que o não cumprimento das recomendações acarretará as sanções legais cabíveis.
Uma pequena vila em Santarém (PA) guarda uma riqueza cultural imensurável: o Çairé (com Ç ou S). A festa que mistura religião e cultura é realizada há mais de 300 anos em Alter do Chão. A manifestação é considerada a mais antiga que se tem registro na Amazônia e acontece todos os anos no mês de setembro.
Vale a pena conhecer os rituais religiosos que percorrem as ruas e o Festival dos Botos, que anima as noites, com a competição das agremiações culturais dos Botos Tucuxi e Cor de Rosa. A disputa é um espetáculo que apresenta a lenda do boto homem, que seduz a cabocla mais bonita da região.
Procissão religiosa do Çairé (Foto: Rodolfo Oliveira/ Agência Pará)
Para quem ainda não conhece Alter do Chão a hora é essa! O verão amazônico revela na frente da vila balneária uma praia paradisíaca, conhecida como “Ilha do Amor”. E não há como não se apaixonar! A travessia para o outro lado feita em pequenas canoas, batizadas de “catraias”. Lembram as gôndolas venezianas, mas com o charme que só uma praia de rio pode oferecer.
Apresentação do Boto Cor de Rosa (Foto: Rodolfo Oliveira/ Agência Pará)
A água é morna e não existem ondas. Portanto, uma das pedidas é ficar de molho no Rio Tapajós, apreciando a paisagem ou o pôr do sol, que é impressionante. Para o almoço a dica é um peixe assado na brasa e temperado pelas mãos habilidosas das cozinheiras locais (uma delícia).
“Ilha do Amor” alagada no período do inverno/enchente (Foto: Rodolfo Oliveira/ Agência Pará)
E já que a ideia é conhecer a Amazônia, durante o dia existem passeios fluviais que oferecem ao turista uma experiência única de conhecer de perto a Floresta Encantada ou outras praias, algumas praticamente desertas.